terça-feira, 15 de outubro de 2013

Curiosidades sobre John Lennon



John Winston Ono Lennon era filho único de Alfred Lennon, que trabalhava na marinha mercante, durante a Segunda Guerra Mundial, com a dona de casa Julia Stanley. O pai de Lennon ficava longos períodos ausentes de casa e mandava dinheiro frequentemente para a mulher e o filho, que moravam em Liverpool. O dinheiro parou de vir quando o pai de Lennon desertou.

Os prenomes de John Lennon foram uma homenagem ao avô paterno, John Jack Lennon, e ao primeiro-ministro britânico à época, Winston Churchill.

Após a separação dos pais, a mãe de John, sem condições para criá-lo, entregou-o aos cuidados de sua irmã Mary, conhecida como tia Mimi, e do cunhado George Smith.

Aos 6 anos de idade, John Lennon já cantava no coro da Igreja. Na escola, era conhecido por ser do tipo que não evitava confusão, apresentava talento literário e apreciava leituras de Lewis Carroll e Richmal Crompton.

Uma particularidade sobre Lennon nos tempos de escola, é que possuía talentos artísticos, sabia fazer mímicas e desenhava muito bem. Tinha preferência em rabiscar pessoas mutiladas e aleijadas.

De 1952 a 1957, John Lennon estudou na Quarry Bank Grammar School em Liverpool. Em 1956, John fundou uma banda chamada The Quarrymen, que daria origem aos Beatles.

Em 15 de julho de 1958, após uma visita ao filho, a mãe de Lennon morreu atropelada por um policial que dirigia bêbado. Esse fato aproximou muito John e Paul McCartney, que à época era membro da Quarrymen, pois Paul também perdera a mãe muito jovem, aos 14 anos, vítima de câncer.

Na mesma época, mesmo sendo um aluno problemático, John foi aceito na Liverpool College of Art, onde conheceu Cynthia Powell, sua primeira mulher, com quem teve um filho, Julian Lennon. No começo do sucesso dos Beatles, orientados pelo empresário Brian Epstein, tentaram esconder o fato de John ter se casado para não magoar as fãs. Mas o segredo não durou muito tempo.

Em 1966, John Lennon conhece a artista plástica japonesa, Yoko Ono, com quem permanecerá unido até os últimos dias de sua vida.

Ainda no ano de 1966, a carreira e a vida de John Lennon foram marcadas por um fato polêmico. Devido a uma declaração sua à jornalista Maureen Cleave, de que os Beatles eram mais populares do que Jesus Cristo, Lennon desencadeou um sentimento anti-Beatles entre os fãs, que queimaram discos dos Beatles em praças públicas. John Lennon teve que se retratar pedindo desculpas publicamente.

O sucesso dos quatro rapazes de Liverpool logo superou esse episódio. As rádios, que haviam excluído as músicas dos Beatles de suas programações, voltaram a tocar as canções de Lennon, Paul McCartney, Ringo e Harrison.

John Lennon continuou a tocar com os Beatles até 1970, quando a banda se desfez. Lennon continuou fazendo sucesso na carreira solo, gravando álbuns com canções de impacto, tais como Give Peace a Change e Imagine.

Lennon em sua carreira solo, chegou a ter grande concorrência com Paul McCartney. Quando entrevistado e indagado acerca do primeiro disco solo de Paul, John fez a seguinte declaração: “Achei uma porcaria, achei que esse primeiro não passa de um monte de merda”.

Até 1975, Lennon continuou seguindo com sua carreira solo. Neste ano, faz uma pausa, focando a atenção em sua família, voltando a lançar material inédito apenas em 1980, quando lança o disco Double Fantasies, inspirado em sua vida ao lado de Yoko e o filho Sean.